A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) cobrou, durante rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, realizada nesta sexta-feira (31), avanços na valorização da carreira, da remuneração e das condições de trabalho dos funcionários.
Entre as principais reivindicações estão o aperfeiçoamento do Plano de Carreira e Remuneração (PCR), a revisão dos critérios de progressão funcional, a valorização da carreira por mérito e a atualização dos vencimentos, de forma a ampliar o reconhecimento profissional e oferecer perspectivas concretas de crescimento.
A diretora do Sindicato e representante da Feeb-SP/MS na Comissão de Empresa, Maria Aparecida Silva, a Cida, participou da negociação e defendeu que as mudanças são necessárias, visando valorizar os funcionários do Banco do Brasil.

“Os funcionários do Banco do Brasil são profissionais altamente qualificados, com formação, experiência e profundo compromisso com o atendimento à população. É fundamental que o banco tenha um Plano de Cargos e Salários alinhado a essa realidade, que valorize esses trabalhadores e ofereça perspectivas reais de crescimento profissional”, destacou.
Durante a reunião, o Banco do Brasil apresentou um panorama da estrutura de cargos, funções e salários em todo o país. Em seguida, a CEBB cobrou mudanças no Plano de Funções, entre elas o reajuste dos adicionais de função, maior transparência sobre as atribuições e metas de cada cargo, o pagamento integral das substituições desde o primeiro dia de exercício, o fim da lateralidade e a incorporação das gratificações ao Valor de Referência (VR) após dez anos de exercício.
A comissão também defendeu a ampliação do teletrabalho, o reforço das equipes nas agências para reduzir a sobrecarga de trabalho e a valorização de cargos específicos, como atendentes da Central de Relacionamento Banco do Brasil (CRBB), assistentes da Diretoria de Operações (Diope) e dos Centros de Suporte (Cesup), assessores jurídicos e trabalhadores que exercem permanentemente a função de caixa.
Fonte: Feeb SP/MS com informações da Contraf-CUT
